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Segurança e privacidade fazem parte da engenharia.

Nenhuma aplicação conectada à internet pode ser descrita como absolutamente segura. Trabalhamos com riscos, boas práticas e medidas proporcionais ao contexto.

Falar sobre requisitos de segurança

01 / Problema

Segurança não entra no fim do projeto.

Proteção de dados, acessos, integrações, registros, backups e riscos precisam ser discutidos antes da publicação.

Entender

Mapear contexto, dados, responsabilidades e riscos que importam para a operação.

Desenhar

Transformar necessidades em decisões de acesso, validação, continuidade e tratamento.

Evoluir

Acompanhar mudanças, dependências e novos riscos sem prometer um selo estático.

02 / Escopo

Princípios que orientam cada decisão técnica.

O nível de cuidado muda conforme o cenário. A responsabilidade de pensar nas consequências permanece.

Acesso necessário

Identidade e permissão são tratadas separadamente, com privilégios proporcionais.

Entradas confiáveis

Validação e tratamento de dados reduzem comportamentos inesperados.

Rastreabilidade

Eventos relevantes ajudam diagnóstico e auditoria sem expor informações desnecessárias.

Continuidade

Backups e recuperação consideram criticidade, frequência e responsabilidade.

Dependências

Bibliotecas e plataformas recebem acompanhamento compatível com o risco.

03 / Decisão

Privacidade exige contexto, finalidade e responsabilidade.

O tratamento precisa considerar finalidade, necessidade, base legal, responsabilidades, retenção, direitos do titular e medidas de segurança.

Finalidade
por que o dado existe e qual uso foi definido.
Necessidade
o mínimo necessário para realizar essa finalidade.
Responsabilidades
quem decide, trata, acessa e responde.
Retenção
por quanto tempo a informação precisa permanecer.

04 / Método

Explicar o necessário também é uma medida de segurança.

Transparência comunica princípios, limites e responsabilidades sem publicar detalhes internos que não aumentam a segurança.

  1. Classificar

    Identificar dados, acessos, dependências e o impacto de cada risco.

  2. Proteger

    Aplicar controles técnicos e administrativos compatíveis com o contexto.

  3. Verificar

    Testar fluxos, registrar ocorrências e revisar o que pode falhar.

  4. Comunicar

    Deixar claro o que é tratado, por quem e quais são os limites.

05 / Próximo passo

Requisitos que não podem ficar para depois.

Segurança, privacidade, arquitetura e acessibilidade precisam conversar para a solução fazer sentido.

Organizar os requisitos